quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Empréstimo do BNDS para Pequenos Empresários x Festa Junina

Psiu! ÔOOOOwwww!! Prestenção..... Vixi Maria 3 veis... É pra cabá... Óia só quicoizdiloko!. Época de Natal, festividades, época de ganhar presentes. E não é que o "VAMPIRÃO TEMER" conseguiu fazer a parte dele dando um super-hiper-mega-ultra-master presente ao Médio, Pequeno e Micro Empresário brasileiro? O Homem das palavras e gestos não está de brincadeira não. (Agora nem eu sei se fui irônico, ai meu Deus!!!)
Diz a lenda........... Que foram liberados mais de 5 Bilhões de Reais (EU DISSE 5 BILHÕES, PQP!!!) em verba ao BNDS (Banco Nacional de Desenvolvimento Social - kkkk) para crédito ao empresariado nessas classificações de empresa.

Até ai tudo bem, Jingle Bell, Jingle Bell, lá lá lá lá lá.... Então tem crédito para a "Rapaziada" que está até o pescoço em dívidas com credores e governo? Eba! 

Aham... tá bom.

Quem vê até pensa que os problemas podem estar sanados. Afinal, nada melhor que uma liberação de verba na última hora, perto do colapso total.

Porém, porémmmmmmmm. (vai mais um) porémmmmmmmmm, a coisa não é tão fácil ou simples assim como parece. Para que os empresários possam acessar esse crédito, suas peregrinações ao inferno, beijinhos na bunda do capeta, lascar o "TOBA" em brasa, purgatório, umbral e o escambau são maratonas sem fim e praticamente impossíveis.

No cadastro junto ao banco que o empresário tem conta, pois o crédito pode ser solicitado por qualquer banco, são exigidos uma infinidade de documentos, que vão desde o cartão de CNPJ da empresa, até o grau de desbotamento da cor da última cueca que o coitado usou no penúltimo natal que ele passou com a família. E mais, a comprovação do atestado de óbito do periquito do primo de segundo grau que ele nem conheceu no interior do Amapá. Engraçado né? Tsc, Tsc. Tsc... Chega a arrepiar os pelos da virilha de tanto desespero. O negócio é feito de uma forma, que "PARECE" (eu disse PARECE) que querem que desistamos do crédito. E o que é pior.... A gente desiste mesmo. Ai sobram 5 Bilhões para os nossos queridos gestores públicos, honestos e bem intencionados,  utilizarem como bem quiserem. E sempre tem um dando gargalhada disso em Brasília.

Escrevendo isso, lembrei-me de minha infância; De quando ia passar as férias de Julho na casa de meus avós no interior junto com meus irmãos. Naquela época do ano comemoram-se as festas de Santo Antonio, São José e São Pedro; Ou seja, as Festas Juninas. É um festival de fogueiras, danças de roda, doces de todos os tipos e formatos, pau de sebo, aquelas bombinhas e "traques" infernais, etc. Coisas que o pessoal do interior faz com competência e muita alegria; É bonito de se ver.

Em algum momento da festa, como se tivesse sido tele transportado do além, sempre vinha meu avô com um punhado enorme de balas, doces e afins nas mãos para fazer a tal da "ALELUIA". Aleluia é um nome divinal para o ato, porque aquele senhor careca vindo em nossa direção com as "PRENDAS" nas mãos, era sinal que o inferno iria começar.

Ele reunia as crianças em volta dele (E eu, o trouxa, lógico que estava no meio daquela gangue. Porque aglomeração de crianças corresponde a reunião de gangues. É um querendo acabar com o outro). Logo em seguida, ele contava até 10 e jogava tudo aquilo para o alto. Era o sinal de que o Armagedom estava apenas começando. Aqueles anjos do inferno voavam um por cima dos outros como urubus em carniça. Era soco na cara, joelhada no olho, mordida no cotovelo, atropelamento múltiplo, uma sacanagem sem tamanho ou limites. Tudo para no final, pegar umas duas balas e um pirulito que na maioria das vezes era horrível e não saia do saquinho nem que a vaca tossisse. Tinha até criança subindo no telhado da casa pelo pé de jabuticaba só para ver se haviam balinhas na calha. Era de doer literalmente.

Enquanto isso acontecia, meu avô, sentado na cadeira de área, se matava de tanto rir em ver aquela molecada "SE DIVERTINDO"

Fazendo a analogia..... Empréstimo do BNDS para as empresas? kkk
Vovô Temer já está chegando com punhado de Balas nas mãos.

É prá Cabá memo!

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