Durante as eras na história da humanidade, todas as gerações são assoladas por uma série de seres que apesar de possuírem as mesmas características gerais dos seres humanos, apresentam alguma mutação que os transformam em seres diferentes, não diria uma sub-espécie, mas uma outra variável da espécie Homo-sapiens.
Durante os milênios, vários exemplos dessa espécie que alguns chamam de Homo-babaca e que eu prefiro a nomenclatura de Cretino-sapiens foram marcados e destacados como exemplos claros de como essa mutação pode transformar (muitas vezes para o mal) o entendimento do que significa “ser humano”.
Judas, Hitler, Nardone, Saddam, Osama, Guilherme de Pádua, Bruno, Suzane Richthofen são exemplos do Cretino-sapiens.
Não é preciso explicar do que eles são capazes, a ideia é tentar abrir uma discussão na tentativa de identificar um Cretino-sapiens antes de ele causar um mal irremediável na nossa vida. E isso não quer dizer diretamente que ele será a reencarnação do Hitler, ele pode simplesmente ser o cara que você, de dentro de sua “humanidade” chame de amigo, aquele a quem você divide suas verdades confidenciais aquele a quem você doa a coisa mais importante da sua vida, seu tempo.
A vida é curta meu amigo, e pessoas que sugam nosso tempo, nossa intelectualidade nossa vitalidade e nossa fé sem nos acrescentar nada, fazem de nossa vida mais curta ainda.
Eu acreditava (e em alguns momentos ainda acredito) que a vida era um aprendizado e que as pessoas se tornavam um meio-termo entre as boas e más experiências pelas quais elas passavam em sua fase infanto-juvenil. E acreditava que quando uma pessoa chegava na idade adulta este meio-termo tendia a evoluir sempre para um termo um pouco melhor em função de situações humanas como a conquista de desejos materiais, ascensão na comunidade, sua melhor concepção de Deus enquanto organismo filosófico, da sexualidade como forma de expressão de sentimentos, da descoberta e aprimoramento de competências e principalmente do cuidado com o outro ser humano em fim da humanidade.
Eu acreditava (porque assim me foi ensinado) que mesmo um animal selvagem se tratado com respeito e demonstrações de afeto poderia ser capaz de suprimir seu instinto e conviver em harmonia com o ser humano.
Mas quanto mais eu libero amor, perdão, paciência, tolerância. Mais eu chego a conclusão que muito do que eu aprendi como sendo o correto não serve para este mundo.
O Cretino-sapiens não quer amigos, o que ele quer é um falso “Status”, quer uma mulher plástica que tenha dois metros entre os peitos e a bunda e ainda assim uma cintura de CD e que principalmente não tenha opinião nenhuma sobre absolutamente porra nenhuma. O que este filha da puta quer são escravos, pessoas que concordem com qualquer asneira que ele disser. O que ele quer é ter caralhocentos milhões de “amigos” no Facebook na esperança de encontrar algum Homo-stupidus (que é como os Cretino-sapiens consideram as pessoas normais) para sugar sua vitalidade, sua simplicidade e sua alegria, tornando-o assim um “familiar¹” do seu egocentrismo transviado e de seu pseudo-ceticismo fundamentado em nada.
Fato é que “Plastico Bolha é mais legal que Muita Gente”
Fato é que quanto mais as pessoas estudam, menos da simplicidade do mundo elas entendem.
Fato é que o homem só descobre o sabor da vida, quando quase não há mais vida a viver.
Fato é que a maioria das pessoas consideradas analfabetas, tem muito mais sabedoria sobre a vida e seus nuances que muita gente com pós-doutorado.
Fato é que enquanto você destina parte do seu tempo lendo este texto e talvez compartilhando algum tipo de sensação ou opinião, grande parte dos médicos, advogados e psicólogos de amanhã podem dizer “não vou ler porque o texto é muito grande” ou “nada a ver a opinião dos outros”.
O maior fato de todos e que a cada ser, seja ele Humano ou Babaca só é destinada uma vida.
O segredo é buscar sempre ser melhor, só isso. E não é ser melhor que o outro, é ser melhor do que fui ontem, um pouquinho de cada vez, importando-se apenas em não ferir a quaisquer espécies de gente, e como recompensa seremos aquilo que gostaríamos que todos no mundo fossem. HUMANOS.

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