Mesmo sendo considerado um OGRO, acreditem: Eu adoro o Natal. Pipocam por todos os lados, cristãos não-praticantes “revoltados”, reclamando que o Natal é puro consumismo e que esqueceram o verdadeiro espírito natalisno. Tem ainda os novos e jovens ateus rebeldes, que não sabem escrever direito, e adoram gritar aos quatro cantos que passarão o natal enchendo a cara, sozinhos vendo TV “como se fosse um dia qualquer”, ou dormindo, enfim… qualquer coisa que os faça parecer “diferentes” da maioria, como se isto os tornassem melhores do que esta maioria.
Podemos encontrar, ainda, pessoas “sinceras e verdadeiras”, cientes do estigma social que é a falsidade, a mentira, etc. São aquelas que adoram sair falando: “Eu odeio Natal, porque aquele monte de gente que nem te viu direito no ano todo, vem lhe dar feliz natal, fora as pessoas que ficam boazinhas nesta época e depois voltam a ser pessoas más”.
A despeito destas pessoas, “diferentes e melhores” do que eu, digo que ADORO o Natal! De verdade. Aquelas lojas enfeitadas, ruas iluminadas, corais cantando pelas ruas, as pessoas se reunindo para a ceia de Natal, enfim. E tenho uma boa resposta para cada razão daquelas pessoas “diferentes e melhores” do que eu, que dizem que o Natal não é legal.
Aos cristãos revoltados com o consumismo do Natal, deixo a palavra com os psicólogos de Harvard, que vêm nos dizer o que, pelo menos para mim, é óbvio: DAR PRESENTES É BOM. Natal é só uma época propícia para isso, não uma época consumista. Por razões que se perdem na aurora dos tempos, Natal sempre foi uma época de partilha. O ano inteiro deve ser assim, mas o Natal é uma data em que isto é comemorado e praticado. Quem não teve a oportunidade de partilhar ao longo de ano, tem a chance agora.
Aos ateus revoltados, a resposta é simples: vocês são pessoas infelizes e patéticas, incapazes de celebrar uma data tão feliz só com medo de que os outros os vejam como “menos ateus”. Você associou o ateísmo ao seu grau de cultura e inteligência, e tem medo arriscar isso. Mas esta associação que você fez, demonstra uma coisa: você já é burro(a).
Por fim, às pessoas “sinceras e verdadeiras”, que não gostam de ver outras sendo “falsamente boazinhas” durante o Natal, bem… eu poderia escrever um outro post só sobre isso, mas vou resumir em poucas palavras, abrindo aos leitores sua interpretação pessoal ao fato: antes uma pessoa ser boazinha numa época do ano, do que nunca sê-lo.




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