quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Ética ou Estética!!!

Partindo deste conceito temos uma pista de onde surgem os maiores prejuízos à companhias, desde as pequenas situações até os grandes acontecimento. Pessoas mal intencionadas e que geralmente ocupam posições de confiança somado à oportunidade de uma falha de um processo ou rotina pré-estabelecido, se apoderam de brechas para cometer atos ilícitos e assim obter alguma vantagem ou benefício próprio. Como sempre digo: "AH VÁ" que conhece algumas pessoas com esse perfil?



Antes de continuarmos, gostaria de lembrar o que é Coerção. Afinal de contas, com o mar de cultura gramatical que ando vendo nos canais de comunicação, não custa nada explicar seu significado.

Coerção: Ato de induzir, pressionar ou compelir alguém a fazer algo pela força, intimidação ou ameaça.
"Deslizes" Éticos podem ser enquadrados em diferentes graus de importância, desde uma falta de ética que ofende a moral mas que não seja coerciva, como uma falta de ética que seja o desvio de valores ou falsificação de documentos e que neste caso, trata-se de uma ação que além de antiética, ainda é criminal, portanto, teoricamente, imoral e coerciva de penalidade mais severas.

É triste saber, que a palavra Ética, é tão pouco entendida ou tão pouco praticada principalmente nos relacionamentos comerciais. O que mais podemos observar nesse contexto, são empresários ou profissionais de várias áreas, indo na contramão do que nossos pais, avós, etc.. nos ensinaram. Vamos reforçar a ideia passa logo no começo do texto para deixar ainda mais claro o que precisamos entender: “Ética é fazer o que tem que ser feito quando ninguém estiver olhando da forma que foi combinada, no prazo estipulado e da melhor maneira possível”.


Pois bem, é exatamente o contrário disso que estamos vendo, e porque não dizer vivendo nos dias atuais. Reescrevendo o enunciado de forma mais relacionada com as atitudes profissionais ou pessoais que podemos observar atualmente, o mesmo ficaria assim: “Ética é não fazer o que tem que ser feito quando ninguém estiver olhando, da forma que der para ser feito, que apresente a maior lucratividade possível, independente do prazo estipulado e foda-se o cliente. Porém dentro de todo esse contexto há a necessidade de se maquiar o resultado da forma que o solicitante mais goste e aprove, afinal ele não sabe fazer”.  A essa forma de conduta, não podemos nomear como "ÉTICA" e sim, "ESTÉTICA".

Sendo assim, é hora de sair das métricas de texto, ou das técnicas de redação tradicionais e tentar, de forma clara e objetiva, do jeito que mais me sinto bem escrevendo, para poder identificar e diferenciar o "ÉTICO" do "ESTÉTICO".

O "Ético", pode ser identificado por estar sempre estressado com o dia-a-dia. Afinal, em sua característica básica, ama o que faz e como faz É aquele que mesmo em meio ao furacão Katrina (É com K mesmo), ainda arranja várias formas ou maneiras de poder ajudar a melhorar o que prometeu, entregando o combinado em dia e de forma surpreendente. Geralmente não recebe o valor merecido, pois não tem a habilidade de negociar com valores pois como ama o que faz, não consegue colocar valor monetário no produto ou serviço. É também aquele que se preocupa constantemente com o aprendizado e volta todo seu foco ao aperfeiçoamento do seu conhecimento, esquecendo-se por vezes de mostrar todo o portifólio adquirido na intensão de se promover. Vive duro (Pensa num cara quebrado? Agora multiplique por 2, lazarento de duro), mas satisfeito pela retidão de conduta e feliz pelos resultados obtidos. 

Já o "Estético", é um sujeito bem aparentado, sempre se utiliza de bons carros, perfumes, roupas e acessórios, fala extremamente bem (Quase um messias pronto a resolver todos os problemas da humanidade) e tem como principal característica a visão unilateral, ou seja, só consegue ver o próprio umbigo. Em sua personalidade básica, quase ínfima, não é muito chegado ao que faz e como faz, o que mais lhe interessa é o resultado financeiro que pode ser gerado com o trabalho dos outros. É aquele que em meio ao furacão Katrina (É com K mesmo mesmo, e eu já procurei no dicionário, caralho, Afffff), quer que SE FODAM as várias formas ou maneiras de poder ajudar a melhorar o que prometeu, nunca entregando o combinado em dia e de surpreendente nada oferece. Geralmente recebe o valor mais do que merecido, pois tem extrema a habilidade em negociar com valores, conseguindo colocar valor monetário no produto ou serviço que o ÉTICO faz. É também aquele FILHO DA PUTA que não está nem ai com o aprendizado e nunca volta todo seu foco ao aperfeiçoamento do seu conhecimento, mostrando sempre todo o portifólio adquirido pelo ÉTICO no intuito de se promover. Vive abonado (Pensa num cara abonado, cheio de grana? Agora multiplique por 15), mostra satisfação somente pelos resultados obtidos através da exploração do ÉTICO.


Percebeu? A diferença é enorme e a confusão em distinguir entre um e outro também. Hoje em dia, os ESTÉTICOS, devido a pequena percepção de moral que se possuímos e nos fazem questão de apagar da mente, são tidos como pessoas de perfeição e sucesso, porque a propaganda que exalam, assume fator preponderante aos ouvidos que quem quer. Mira-se o que se tem e não o que se é!

Sendo assim, contudo, entretanto e finalmente, não seja um filho da puta estético. Seja um ser humano ético não deixando de cuidar do seu marketing pessoal.

E tem mais,

SE NÃO GOSTOU, PEGA EU!!! 




terça-feira, 11 de novembro de 2014

Filho do Dono ou Filho da Puta?



Olha só!!!

Hoje resolvi escrever de forma diferente, menos filosófico e mais prático, (Num Tô com muito saco não) então vamos lá.

Particularmente, acho que uma empresa, independente de qual segmento pertença e na grande maioria das vezes. é construída sob o suor de pessoas honestas, trabalhadoras e extremamente focadas em seu objetivo; Nesse caso, o empreendimento tem como obrigação prosperar. A consolidação nunca foi um prêmio fácil para aqueles que enfrentaram desde a concorrência feroz, inadimplências até a falta de comprometimento dos quadros funcionais. O que está ou esteve sempre em jogo, foi ou é, a realização de sonhos, vontades e desejos de uma, duas, ou mais pessoas observado que nem sempre a crueza do fator necessidade é a mola propulsora preponderante. Sendo próspera e solidificada, a lógica é sempre dar continuidade a essa jornada preparando um filho ou filha para tal evento. E infinitamente gratificante ao fundador, quando existe a realidade e a consistência de que o projeto que foi planejado e trabalhado com tanto carinho, possui vida própria.

Independente do tipo de produto fornecido pelos seus progenitores, alguns filhos entram no circuito com mais ou menos facilidade de entendimento ou são aptos para tal. Lojas, Indústrias, Botecos, Puteiros, etc... todos esses fazem parte de alguns dos segmentos que podem ser herdados. Esse tipo de atitude, a concessão familiar, é praticamente normal desde que o ser humano entendeu o comércio ou a industrialização como promotores de aumento de renda a serem continuados. Porém, e acredite, é difícil fazer a distinção, entre algumas situações, de quem é um real filho de dono, para quem é um verdadeiro filho da puta. Os dois são herdeiros do ramo escolhido, mas a atitude de cada um deles é que faz toda a diferença nem sempre percebida ou claramente identificada.



Vamos exemplificar:

O Filho do dono: É aquele que te recebe numa loja, se dispõe em atendê-lo com educação, presteza, conhecimento da estrutura da loja e de vendas, sempre mantendo um determinado espaço de negociação para que o o cliente não se sinta acuado ou invadido, e por fim, caso a empresa representada não consiga fornecer o produto ou serviço, indica outra para resolver o problema proposto.

Situação:

Você entra numa loja que vende celulares ou acessórios para o mesmo, com seu aparelho e películas protetoras a serem colocadas em mãos. O dia está quente ao extremo e a sua agenda do dia está cuspindo compromissos. O filho do dono (Pode-se perceber que ele é o melhor vestido entre os outros porém o mais afobado devido a pressão paterna) vem em sua direção com um sorriso estampado no rosto e pergunta:

- Em que posso ajudar?

Você em sua extrema pressa responde:

- Preciso colocar essas películas de proteção em meu celular.

Sabendo que a loja faz o serviço, afinal dias atras você levou um outro aparelho da mesma marca e modelo, estende a mão com o aparelho e solicita o serviço.

O vendedor observando que o celular nem as películas foram compradas naquele estabelecimento, olha com extrema boa vontade e diz:

- Perdão senhor, infelizmente não fazemos esse tipo de trabalho para equipamentos que não são comprados na loja. Esse é um serviço feito somente para clientes da empresa. Sinto em não poder atendê-lo.

Antes que você fale alguma coisa, ele continua:

- Porém o senhor pode encontrar esse serviço na loja x e y logo aqui ao lado.

Pronto, foi identificado com clareza o verdadeiro FILHO DO DONO. Geralmente a diferença com o gerente, que também anda bem vestido, é que além de ser "Vagabundão" cheio de "Marra", e menos participativo. Coisa que o herdeiro não poder ser.
   

O Filho da puta: É aquele que te recebe com a cara de "Bunda" numa loja, forçadamente se dispõe em atendê-lo conversando com amigos no Facebook Mobile, não tem nenhum conhecimento da estrutura da loja e de vendas, sempre mantém espaço da negociação por que além de não entender "Porra" nenhuma do assunto, está ali obrigado pela mãe; e por fim, caso a empresa representada não consiga fornecer o produto ou serviço ele te vira as costas e vai para dentro escritório mais rápido que um míssil.

Situação:

Ao entrar numa loja que vende celulares ou acessórios para o mesmo, com o aparelho e películas protetoras a serem colocadas em mãos. O dia está quente ao extremo e sua a a sua agenda do dia está cuspindo compromissos. O filho do dono, afinal percebe-se que ele é o melhor vestido entre os outros porém o mais cansado devido as inúmeras conversas infrutíferas via what´s up e com um cabelo espetado e entupido de gel, vem em sua direção com um meio sorriso falso estampado no rosto e pergunta:

- Fala aí chefe?

Você em sua extrema pressa responde:

- Preciso colocar essas películas de proteção em meu celular.

Sabendo que a loja faz o serviço, afinal dias atras você levou um outro aparelho da mesma marca e modelo, estende a mão com o aparelho e solicita o serviço.

O vendedor observando que o celular nem as películas foram compradas naquele estabelecimento, olha com extrema má vontade e diz:

- Viu, a gente não faz esse trampo aqui não.

Olhando-o bem nos olhos, e brotando do mais profundo do seu interior uma vontade louca de cometer um homicídio, você fala:

- Mas meu querido (olhar e fala cínica), não fazem 2 semanas que eu vim até aqui para fazer esse mesmo procedimento em um aparelho da mesma marca e modelo e vocês fizeram, como assim, Não Fazem? Você quer dizer que não fazem mais? É isso? 

Antes que você fale mais alguma coisa, ele interrompe:

- A gente nunca fez isso moço. De onde tirou essa ideia?

Contendo o demônio que estava na Emily Rose no filme Exorcista e que agora vem ganhando força dentro do seu corpo, você ainda tenta mais uma vez:

- Mas meu querido (Ironia, cinismo e ódio misturados no tom de voz), você tem certeza disso, foi você mesmo quem me atendeu, aplicou as películas e ainda me convenceu a comprar um protetor de borracha para ao aparelho.

Olhando para o planeta inteiro menos para os seus olhos ele fecha a conversa com a maestria de quem realmente tem procedência "Meretrícia":

- Êeeee, tô falando, a gente não faz. Eu sou filho do dono sei o que fazemos aqui.

Pronto, foi identificado com clareza o verdadeiro FILHO DA PUTA.

Não é difícil entender como grande impérios como As Lojas Mesbla, Mappin, Hermes Macedo, Monark, etc.... Afundaram nas mãos de alguns FILHOS DO DONO, Além de terem genética semi-desconhecida devido mistura de sêmens no útero da mãe em sua concepção, enquanto o pai trabalha incessantemente para o sucesso do negócio, sua "Mamâe" ainda o apoia em mimos e falsas realidades.

Se quiser que seu filho ou filha assuma seus negócios um dia, prepare-os em todos os aspectos desde que haja predisposição para isso. Caso contrário oriente-o a olhar o mundo com mais clareza e noções de valores.

Agoooooooora! Se não gostou, PEGA EU!

   


  

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Impeachment já!



O Brasil não pode ter um presidente governando o país sob o manto da desconfiança. Não podemos – e nem devemos – aceitar que o mandatário da nação esteja cercado por suspeitas que resvalam no cerceamento do trabalho da imprensa e no favorecimento de aliados através da construção de obras suspeitas.
Também não podemos aceitar que os “cabeças” do partido, que hoje ocupa o poder, tenham seus nomes transitando em diversas Varas Judiciais por meio de processos recheados com suspeitas de corrupção, superfaturamento de obras e outras acusações até mais pesadas.

Um governo que é eleito com uma pequena margem de votos sobre o concorrente e, o mais grave, através de urnas eletrônicas facilmente manipuláveis e fraudadas, não tem nenhuma legitimidade para exercer o seu mandato.

O Brasil não pode se transformar no quintal de meia dúzia de países que querem impor seu estilo de vida através de suspeitos “acordos de cooperação internacional”.

Chega! Basta!

Queremos o Impeachment de Aécio Neves já!

Os leitores que chegaram até aqui, provavelmente acharam que eu estava me referindo à presidente Dilma Rousseff. Outros,  nem se deram ao trabalho de ler alguns parágrafos a mais. Pelo título e pelas primeiras linhas, já devem ter se entusiasmado o suficiente para sair correndo a compartilhar esse artigo nas redes sociais.

Os argumentos que expus no início desse texto, com certeza seriam utilizados pelos extremistas da esquerda, caso Aécio Neves tivesse vencido as eleições. Afinal, não faltaram na campanha presidencial, acusações sobre a perseguição a jornalistas em Minas Gerais, construção de aeroportos privados, mensalões mineiros, Metrô paulista e até acusações mais, digamos, escandalosas. Hoje estaríamos vendo muitas bandeiras vermelhas saindo às ruas, em manifestações “democráticas”, exigindo auditoria das urnas e pedindo a cabeça do eleito.

Caso o cenário descrito acima se concretizasse, eu aqui estaria cerrando fileira ao lado de Aécio Neves – da mesma forma como faço hoje com a presidente Dilma – defendendo sua legitimidade e criticando aqueles que, por não se conformarem com a derrota, exigem um terceiro turno, seja lá o que isso signifique na mente dessa gente.

Quem vai às ruas gritar pelo impeachment ou pedir uma intervenção militar (Golpe sim! Não existe intervenção militar que não seja sinônimo de golpe ou ditadura), está no seu direito democrático de exercer a sua cidadania. E também está no dever de aceitar criticas daqueles que – como eu – rejeitam categoricamente esse tipo de comportamento.

As tais manifestações “pacíficas” (mesmo capitaneadas por gente que berra no trio elétrico exibindo pistola na cintura) ou por artistas que se esforçam para homenagear Bin Laden, entram para o nosso folclore político apenas como mais um gesto daqueles que buscam o protagonismo político à custa de uma exibição pública vergonhosa, no estilo meu nome é Enéas.

Dessa turma também faz parte o cidadão que, graças à internet e sua meia dúzia de seguidores, sente-se empoderado ao ponto de agir como um especialista em Ciências Políticas. Ele faz previsões catastróficas sobre o futuro do Brasil. Imagina que ano que vem seremos um país vivendo sob uma ditadura comunista, onde todos vestirão uniformes cinzas e saudarão o grande líder Castro. Sua especialidade é tecer teorias conspiratórias e espalhá-las como um fato consumado.

Esse militante desmiolado trata Dilma e Lula como se fossem a foice e o martelo. É incapaz de enxergar a realidade como ela é.

Durante os oito anos de mandato do presidente Lula e os quatro da presidente Dilma, jamais, em tempo algum, existiu qualquer ação ou iniciativa que mostrassem desprezo pela democracia. Ao contrário. Lula poderia, se quisesse, enviar ao Congresso Nacional uma Emenda Constitucional que lhe garantisse um terceiro mandato. Estaria eleito. Não o fez por que é um democrata. Dilma disputou duas eleições que foram pautadas pela livre cobertura da imprensa e com total garantia dos direitos do eleitor. De onde então vem essa teoria da cubanização, do bolivarianismo?

Talvez a psiquiatria explique.

A verdade é que algumas pessoas gostam de jogar nas costas do governo os seus próprios fracassos, achando que uma eleição irá mudar suas vidas da água para o vinho. Repetem de quatro em quatro anos o ritual do Ano Novo, acreditando que, por causa de uma data no calendário, a sua vida dali em diante será diferente. No primeiro dia de janeiro descobrem que tudo continuou igual e, a partir daí, passam a culpar o governo pela infelicidade que reina em seus lares, pelo seu salário ruim ou pelo seu fracasso como ser humano. Afinal, alguém tem que assumir a culpa das limitações.

Diante de tanta necessidade de encontrar um bode expiatório, o frustrado mantém sempre à mão um leque de opções. “Fizeram macumba para mim” e “tem um encosto que me persegue” são as mais comuns. Mas em época de eleições não dá outra: “a culpa é da Dilma, é do PT”!

Raros são aqueles que, de fato, demonstram uma verdadeira preocupação para com o próximo ou para com o destino do país.

Boa parte dos que bradam por democracia são os primeiros a se incomodarem, quando gente que não pertence a sua “classe”, passa a dividir o mesmo espaço.

Muitos dos que clamam por igualdade são os primeiros a procurarem um jeitinho de favorecer um parente com a ajuda de um amigo político. São os mesmos que cospem no chão, jogam lixo nas ruas, subornam o guarda de trânsito ou, ainda, que insistem em entrar no elevador mesmo sabendo que ele está com a capacidade esgotada.

A internet acabou virando um palanque para essa gente que se acha “diferenciada”, importante, esclarecida e politicamente engajada. Elas querem iluminar o mundo com a sua luz de vagalume.

Ainda bem que o Brasil verdadeiro não é, nem de longe, a republiqueta que está em suas mentes.

Alguns líderes do PSDB agiram corretamente ao dar um passa fora nessa turma, ao afirmarem que não concordam e não endossam discursos antidemocráticos vindos de mentes excretoras ao gosto de Levy Fidelix.

Dilma Rousseff foi legitimamente reeleita e tem grandes desafios pela frente. Os brasileiros que, verdadeiramente batalham por uma vida melhor, não podem desejar outra coisa que não o sucesso de seu governo. É assim que se fortalece a democracia. É assim que o Brasil precisa continuar. Sem encostos.


DENER GIOVANINI

Fonte: http://sustentabilidade.estadao.com.br/blogs/dener-giovanini/impeachment-ja/