Olha só...Em primeiro lugar para compreendermos mais a fundo os impactos que a falta de ética gera, é preciso antes conceituar o que é ética e dentre tantos conceitos a forma mais simples aprendidas por nossos avós seja a forma mais assertiva, “Ética é fazer o que tem que ser feito quando ninguém estiver olhando da forma que foi combinada, no prazo estipulado e da melhor maneira possível”.
Partindo deste conceito temos uma pista de onde surgem os maiores prejuízos à companhias, desde as pequenas situações até os grandes acontecimento. Pessoas mal intencionadas e que geralmente ocupam posições de confiança somado à oportunidade de uma falha de um processo ou rotina pré-estabelecido, se apoderam de brechas para cometer atos ilícitos e assim obter alguma vantagem ou benefício próprio. Como sempre digo: "AH VÁ" que conhece algumas pessoas com esse perfil?
Antes de continuarmos, gostaria de lembrar o que é Coerção. Afinal de contas, com o mar de cultura gramatical que ando vendo nos canais de comunicação, não custa nada explicar seu significado.
Coerção: Ato de induzir, pressionar ou compelir alguém a fazer algo pela força, intimidação ou ameaça.
"Deslizes" Éticos podem ser enquadrados em diferentes graus de importância, desde uma falta de ética que ofende a moral mas que não seja coerciva, como uma falta de ética que seja o desvio de valores ou falsificação de documentos e que neste caso, trata-se de uma ação que além de antiética, ainda é criminal, portanto, teoricamente, imoral e coerciva de penalidade mais severas.
É triste saber, que a palavra Ética, é tão pouco entendida ou tão pouco praticada principalmente nos relacionamentos comerciais. O que mais podemos observar nesse contexto, são empresários ou profissionais de várias áreas, indo na contramão do que nossos pais, avós, etc.. nos ensinaram. Vamos reforçar a ideia passa logo no começo do texto para deixar ainda mais claro o que precisamos entender: “Ética é fazer o que tem que ser feito quando ninguém estiver olhando da forma que foi combinada, no prazo estipulado e da melhor maneira possível”.
Pois bem, é exatamente o contrário disso que estamos vendo, e porque não dizer vivendo nos dias atuais. Reescrevendo o enunciado de forma mais relacionada com as atitudes profissionais ou pessoais que podemos observar atualmente, o mesmo ficaria assim: “Ética é não fazer o que tem que ser feito quando ninguém estiver olhando, da forma que der para ser feito, que apresente a maior lucratividade possível, independente do prazo estipulado e foda-se o cliente. Porém dentro de todo esse contexto há a necessidade de se maquiar o resultado da forma que o solicitante mais goste e aprove, afinal ele não sabe fazer”. A essa forma de conduta, não podemos nomear como "ÉTICA" e sim, "ESTÉTICA".
Sendo assim, é hora de sair das métricas de texto, ou das técnicas de redação tradicionais e tentar, de forma clara e objetiva, do jeito que mais me sinto bem escrevendo, para poder identificar e diferenciar o "ÉTICO" do "ESTÉTICO".
O "Ético", pode ser identificado por estar sempre estressado com o dia-a-dia. Afinal, em sua característica básica, ama o que faz e como faz É aquele que mesmo em meio ao furacão Katrina (É com K mesmo), ainda arranja várias formas ou maneiras de poder ajudar a melhorar o que prometeu, entregando o combinado em dia e de forma surpreendente. Geralmente não recebe o valor merecido, pois não tem a habilidade de negociar com valores pois como ama o que faz, não consegue colocar valor monetário no produto ou serviço. É também aquele que se preocupa constantemente com o aprendizado e volta todo seu foco ao aperfeiçoamento do seu conhecimento, esquecendo-se por vezes de mostrar todo o portifólio adquirido na intensão de se promover. Vive duro (Pensa num cara quebrado? Agora multiplique por 2, lazarento de duro), mas satisfeito pela retidão de conduta e feliz pelos resultados obtidos.
Já o "Estético", é um sujeito bem aparentado, sempre se utiliza de bons carros, perfumes, roupas e acessórios, fala extremamente bem (Quase um messias pronto a resolver todos os problemas da humanidade) e tem como principal característica a visão unilateral, ou seja, só consegue ver o próprio umbigo. Em sua personalidade básica, quase ínfima, não é muito chegado ao que faz e como faz, o que mais lhe interessa é o resultado financeiro que pode ser gerado com o trabalho dos outros. É aquele que em meio ao furacão Katrina (É com K mesmo mesmo, e eu já procurei no dicionário, caralho, Afffff), quer que SE FODAM as várias formas ou maneiras de poder ajudar a melhorar o que prometeu, nunca entregando o combinado em dia e de surpreendente nada oferece. Geralmente recebe o valor mais do que merecido, pois tem extrema a habilidade em negociar com valores, conseguindo colocar valor monetário no produto ou serviço que o ÉTICO faz. É também aquele FILHO DA PUTA que não está nem ai com o aprendizado e nunca volta todo seu foco ao aperfeiçoamento do seu conhecimento, mostrando sempre todo o portifólio adquirido pelo ÉTICO no intuito de se promover. Vive abonado (Pensa num cara abonado, cheio de grana? Agora multiplique por 15), mostra satisfação somente pelos resultados obtidos através da exploração do ÉTICO.
Percebeu? A diferença é enorme e a confusão em distinguir entre um e outro também. Hoje em dia, os ESTÉTICOS, devido a pequena percepção de moral que se possuímos e nos fazem questão de apagar da mente, são tidos como pessoas de perfeição e sucesso, porque a propaganda que exalam, assume fator preponderante aos ouvidos que quem quer. Mira-se o que se tem e não o que se é!
Sendo assim, contudo, entretanto e finalmente, não seja um filho da puta estético. Seja um ser humano ético não deixando de cuidar do seu marketing pessoal.
E tem mais,
SE NÃO GOSTOU, PEGA EU!!!







