terça-feira, 2 de dezembro de 2014

NOMOFOBIA - Vício dos que tem dependência extrema do Celular




Sintomas clássicos: Nunca deixar o telefone sem bateria, preferir conversar pelo aparelho, português péssimo e abreviado, olhar vazio, cara de bunda e ao ser chamado a primeira resposta que o individuo solta é um “Hãaaaaa”?


Olha só...Vamos raciocinar.... Hoje a dependência do celular é uma síndrome que, segundo alguns especialistas, começou a ser estudada há cerca de dois anos e recebeu o nome de Nomofobia. Isso, essa merda agora tem nome. O nome é formado a partir da expressão “no mobile”, ou seja, medo de ficar sem o celular, problema ligado também à abstinência de internet. E quando penso nisso, lembro de um amigo meu que há tempos atrás me disse a seguinte frase: “A geração de hoje respira por aparelhos.” Fiquei chocado na época, afinal, há alguns anos atrás, se repetíssemos uma frase como essa, estaríamos falando sobre alguém em estado terminal de vida, porém, hoje fez um sentido danado e coube muito bem no texto.



Como o aparelho se tornou objeto de consumo popular no mundo inteiro as clínicas e hospitais recebem quantidades crescentes de pacientes que relatam sofrer com o problema, ainda não incluído no DSM (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders – Tô pesquisando, affff, é chique mas é chato para “Caralêo), o conjunto dos transtornos mentais reconhecidos pela Associação Americana de Psiquiatria.
Os sintomas variam de acordo com a intensidade da dependência. Começam com uma preocupação excessiva pelo maldito aparelho: nunca deixá-lo sem bateria, ter mais de um celular, preferir carregar o aparelho nas mãos a levá-lo na bolsa e priorizar o contato via celular. Nos casos mais graves, o vício provoca alteração de humor, respiração, taquicardia, ansiedade e nervosismo. Todas essas características são facilmente reconhecidas e podem ser reconhecidas na rua onde mora e transitam aqueles ZUMBIS com uma aparelho na mão, fones de ouvido e cara de bunda.



Segundo o psicólogo Cristiano Nabuco, coordenador do Grupo de Dependentes de Internet do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP, em alguns casos o celular acaba funcionando como escape porque serve para aplacar a ansiedade.
– Há reações físicas extremas semelhantes à privação por álcool, mas os sintomas são mais identificados em nível psicológico.
Nem sempre, e começo a perceber que seria melhor dizer um NUNCA, os sintomas podem ser percebidos por quem sofre da síndrome. É comum que um amigo ou alguém da família alerte sobre hábitos exagerados. Esse tipo de situação é comum quando jovens não desgrudam do celular. Eles são mais adaptados às novas tecnologias e produtos de última geração – a adolescência é fase em que a nomofobia é mais evidente. Há também estudos que explicam a incidência maior no público jovem a partir de suas características cerebrais; Se é que sobraram algumas características cerebrais depois de tanta exposição.
Antes da idade adulta, a região do córtex pré-frontal do cérebro (localizada na área da testa e responsável, entre outras coisas, por pensar e planejar ações, além de influenciar no controle dos impulsos, se não entendeu, é na cabeça, idiota) ainda não tem suas funções em pleno funcionamento.
A tal psicóloga Anna Lucia Spear King, (você entenderá o tal daqui a pouquinho) pesquisadora do Laboratório de Pânico e Respiração do Instituto de Psiquiatria da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), explica a diferença entre dependência natural e doentia do celular.



– Depender de uma ligação do chefe, precisar do aparelho para trabalhar ou esperar uma ligação de um amigo são situações naturais, que todo mundo tem e são saudáveis. Quem não gosta do conforto da tecnologia, de poder levar o celular para onde quiser?
A “DOTORA” diz que ainda não ficou sem celular para avaliar se a falta do aparelho atrapalharia sua rotina.
– Ainda não fiquei sem. Graças, afff Imagina?... Mas eu acho que atrapalharia. (Esse “Affff Imagina” te fodeu doutora, vai se tratar vai. Entendeu o “Tal” agora?
E a “Tal” continua: O problema acontece quando alguém não consegue mais sair de casa sem o telefone por medo de passar mal na rua e não ter acesso a um contato para socorro imediato, o que sugere a existência de algum transtorno de pânico ou ansiedade. Aquela desculpa esfarrapada para não sair sem o maldito aparelho.
A avaliação da gravidade do problema é feita no consultório de um psicólogo ou psiquiatra. O tratamento mais comum é a terapia cognitiva comportamental (também chamada de psicoterapia cognitiva), indicada para a maioria dos transtornos psiquiátricos. Mas o método mais econômico e de resultados rápidos, é tirar o telefone da mão do “Imbecilizado” que convive com você.



Seguindo o método 2, você perceberá uma crise de abstinência semelhante a de um drogado; Olhos perdidos, Boca Seca, Mãos Tremulas, Agitamento, Sequência de perguntas estúpidas e Frases sem muito nexo, ou seja, verás um ZUMBI REVELADO.

O grande problema é que a telefonia está se fundindo com a internet. Então, os riscos do uso excessivo do celular e da web acabam se somando; Ai já viu né? Se não tomar cuidado, o próximo idiota poderá ser você. E se não gostou, PEGA EU!