quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Será que você é Ético?

A Ética está na moda.Pois é, este é um tema cada vez mais
presente na vida do brasileiro. A Filosofia define a Ética como
o que é bom para o indivíduo e para sociedade.O seu estudo
contribui para estabelecer a natureza de deveres no
relacionamento indivíduo-sociedade.

O mais interessante aqui é que não estamos falando apenas
de coisas grandes, como políticas, mais também de
pequenezas do dia-a-dia. Falar de Ética é ser cordial ao
relacionar-se com sua família e com as pessoas a sua volta,
é não subornar o policial para fugir de uma multa e por ai vai.

Mas o ponto principal desta postagem é saber se você é
Ético ou não. Peguei um teste de um artigo de Ética na
Internet, Responda as perguntas e analise os resultados:

Teste: Será que você é Ético?






1. Quando alguém toma alguma atitude que te prejudica, você? 

(a) Sai correndo pra reclamar com a primeira pessoa que
aparecer na sua frente
(b) Deixa para lá
(c) Procura conversar com a pessoa, antes de se queixar
com alguém, fazendo com que ele compreenda que não
agiu corretamente.

2. Quando você sabe de alguma coisa que não deve ser contada
para ninguém, você?

(a) Conta para qualquer pessoa
(b) Conta só para aqueles com quem você tem mais contato
(c) Não conta nada para ninguém

3. Quando algum de seus colegas fala mal de outro e pede que
você guarde segredo, você?

(a) Vai correndo contar para o colega que foi criticado
(b) Conta para os outros, mas pede que não contem para o
que foi criticado.
(c) A primeira coisa que você faz é contar para o funcionário
que foi alvo da crítica

4. Você critica seus colegas?

(a) Sempre
(b) Às vezes
(c) Nunca

5. O que você faz para obter uma informação?

(a) Mexe no que não é seu
(b) Ouve conversas que não deveria ouvir
(c) Tenta obter essa informação só por meios lícitos

6. Ética para você é?

(a) Uma besteira que só está escrita nos livros
(b) Algo importante, que deve estar sempre presente,
mas que você não usa todos os dias
(c) Conceito do que é bom e ruim, que você deve ter sempre
na cabeça.

Pontuação

Maioria de letras a:
Você não parece ser ético. Cuidado para que os seus colegas
ou pessoas que convivem com você não façam com você o
mesmo que você faz com eles.

Maioria de letras b:
Você está no limite. Cuidado para não se tornar uma
pessoa indesejável.

Maioria de letras c
Você deve ser aquele tipo de pessoa de que ninguém tem nada
para reclamar. Continue assim.

"Ético, não existe meio termo, ou você é ou não é".


Suéllen Marques - Coord. Psicologia - PUC/SP

terça-feira, 26 de novembro de 2013

O poder do sorriso: quanto custa sorrir?


Boas experiências nos incentivam a voltar e tê-las novamente. Uma experiência negativa, não. É claro que sorrir parece uma receita simples, óbvia, mas então por que as pessoas a não fazem?



Alguém sabe a força exata que tem um sorriso? Provavelmente não, mas sabemos que é uma força enorme. Imagina a força que tem um sorriso sincero na hora de atender um cliente! Imaginou? Com certeza você está recordando experiências que já teve ao se dirigir a uma loja e a primeira coisa que o vendedor fez foi sorrir para você. Ou não, ao invés de sorrir para você, ele foi mal educado e não te deu atenção. As duas situações, muito comuns, acarretam sentimentos opostos e são extremamente importantes na decisão de compra.
Guy Kawasaki, em seu livro Encantamento: A arte de Modificar Corações, Mentes e Ações, fala dentre vários temas, da importância sorriso. Nesse livro ele coloca:



“Quanto custa sorrir? Não custa nada. Quanto custa não sorrir? Tudo, se isso prejudicar a sua relação com as pessoas. Enquanto o nosso sorriso passa uma mensagem clara sobre o nosso estado de espírito, quando não sorrimos criamos uma abertura para inúmeras interpretações, incluindo o mau humor, a indiferença e a raiva – e nenhuma dessas características o ajudará a encantar as pessoas”



Boas experiências nos incentivam a voltar e tê-las novamente. Uma experiência negativa, não. É claro que sorrir parece uma receita simples, óbvia, mas então por que as pessoas a não fazem? Quantas vezes por dia você chega em um lugar, tentar ser educado, e não recebe nem um bom dia de volta? Muitas! Isso é algo que pode influenciar a experiência do seu consumidor ao longo de todo o processo em que ele vai se relacionar com sua marca.

Recentemente vi uma entrevista com o escritor americano Daniel Pink sobre seu quinto livro To Sell Is Human: The Surprising Truth about Moving Others, ainda não lançado no Brasil, onde ele falou da questão de saber vender e conquistar os consumidores. Pink coloca que é necessário saber ouvir o que os outros querem e entender qual oportunidade você tem. “Você precisa ajudar a pessoa a melhorar a vida dela. Se souber conduzir esse processo de forma tranquila, vai vender e ter bons resultados. O vendedor deve procurar entrar em sintonia com o comprador e entender de que ele precisa”, afirma o escritor.




E você? Quantas vezes você sorriu hoje? Lembre-se: sorrir não custa nada, já o contrário pode te custar muito!

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

A inveja desvendada

Pesquisa revela que esse sentimento é processado na mesma região cerebral que a dor física. Saiba como controlá-lo.


Certa vez, um homem, extremamente invejoso de seu vizinho, recebeu a visita de uma fada, que lhe ofereceu a chance de realizar um desejo. "Você pode pedir o que quiser, desde que seu vizinho receba o mesmo e em dobro", sentenciou. O invejoso respondeu, então, que queria que ela lhe arrancasse um olho. Moral da história: o prazer de ver o outro se prejudicar prevaleceu sobre qualquer vontade. É por meio dessa fábula que a psicanalista austríaca Melanie Klein (1882-1960) definiu na obra "Inveja e Gratidão", um dos principais estudos já feitos sobre o tema, o comportamento de quem vive intensamente esse sentimento.
Ao mesmo tempo que o ciúme é querer manter o que se tem e a cobiça é desejar aquilo que não lhe pertence, a inveja é não querer que o outro tenha. O mais renegado dos sete pecados capitais é uma emoção inerente à condição humana, por mais difícil que seja confessá-la. Afinal, todo mundo, em algum momento da vida, já sentiu vontade de ser como alguém. Há até um lugar no cérebro reservado para a inveja. Pela primeira vez, uma pesquisa científica mostra onde ela e o shadenfreude - palavra alemã que dá nome ao sentimento de prazer que o invejoso experimenta ao presenciar o infortúnio do invejado - são processados na mente humana.


De autoria do neurocientista japonês Hidehiko Takahashi, do Instituto Nacional de Ciência Radiológica, em Tóquio, o estudo "Quando a sua Conquista É a minha Dor e a sua Dor É a minha Conquista: Correlações Neurais da Inveja e do Shadenfreude foi publicado recentemente pela prestigiada revista cientifica americana Science. Por meio de ressonância magnética realizada em 19 voluntários (dez homens e nove mulheres), na faixa etária dos 20 anos, foi possível identificar onde os sentimentos são processados no cérebro. Ao sentir inveja, a região do córtex singulado anterior é ativada.
O interessante é notar que é nesse mesmo local que a dor física se processa. "A inveja é uma emoção dolorosa", afirma Takahashi. O shadenfreude, por sua vez, se estabelece no estriado ventral, exatamente onde se processa a sensação de prazer. "O invejoso fica realizado com a desgraça do invejado", diz o pesquisador. Durante a pesquisa, Takahashi induziu os voluntários a imaginarem um cenário que envolvia outros três personagens, do mesmo sexo, faixa etária e profissão que eles. Dois deles seriam, hipoteticamente, mais capazes e inteligentes.
Dessa comparação nasce a inveja, especialmente quando as pessoas são muito parecidas. Ou seja, é mais comum uma mulher se incomodar com outra, da mesma faixa etária e profissão, do que com alguém com características totalmente diferentes. "Trata-se de um sentimento caracterizado pela sensação de inferioridade", explica o neurocientista Takahashi. "Quando há essa sensação, é porque houve comparação e a pessoa perdeu."


"A minha inveja se repetia em tantos palcos quanto houvesse situações de comparação" 

Roberto Birindelli, 46 anos, ator
O ator Roberto Birindelli perdeu muitas batalhas, mas parece ter vencido a guerra. Ao longo de seus 46 anos, a inveja sempre o perseguiu. Na escola, nutria o sentimento pelos colegas de classe que conquistavam as garotas com facilidade. Na vida adulta, sofria quando um colega ator conseguia um teste para o melhor papel de uma produção.
O sentimento o corroía tanto que ele chegou a invejar o modo como uma determinada jaqueta de couro caía bem em um conhecido. "O que me deixava mal era saber que a roupa não ficaria tão boa em mim", confessa Birindelli. "A minha inveja se repetia em tantos palcos quanto houvesse situações de comparação." Insatisfeito em se projetar o tempo todo nos outros, o ator foi em busca de auto-conhecimento.
Descobriu o eneagrama (técnica para estudo do comportamento humano), fez terapia e mergulhou na meditação. "Percebi que o problema era comigo", reconhece. "Sou inseguro em relação à maneira como a sociedade me vê." Amparado, aprendeu a lidar com a questão. "Hoje em dia, sempre que vou sentir inveja de alguém, me pergunto: ser como ele é melhor do que ser quem sou?", explica Birindelli, que está no ar na novela "Poder Paralelo", da Record. Além da insegurança, a baixa autoestima, o sentimento de incapacidade e a sensação de injustiça são características comuns aos invejosos."Pessoas bem resolvidas e esclarecidas tendem a ter menos inveja", diz o psiquiatra José Thomé, da Associação Brasileira de Psiquiatria.
Mas por que há pessoas muito invejosas e outras que passam a vida quase sem sentir essa emoção? A psicóloga Sueli Damergian, professora da Universidade de São Paulo (USP), acredita que o segredo está em não ultrapassar a linha da afeição. "A inveja é sempre fruto da admiração", diz. "Se ela ficar restrita a isso, pode funcionar como impulso para o desenvolvimento." O problema é quando essa barreira é rompida. "Se o impulso destrutivo for muito forte, o invejoso passa a viver a vida do outro e isso pode ser danoso tanto para ele quanto para o invejado."

EU QUERO Isabela e Pedro manifestam a inveja por meio da cobiça

Em casos patológicos, que, segundo especialistas, são mais comuns do que se imagina, quem sofre do mal é capaz de caluniar, perseguir, e, em casos mais extremos, desejar a morte do invejado. Há, também, os que somatizam. Nessas situações, podem apresentar quadro depressivo, autodestrutivo, agressividade e tendências suicidas. O psiquiatra Thomé acredita que, salvo os casos patológicos, as pessoas têm livre-arbítrio para viver ou eliminar a inveja. "É um sentimento muito primitivo, que deve ser trabalhado."
Entre a inveja destrutiva e a construtiva, a artista plástica Roberta Martinho, 34 anos, ficou com a segunda. Garota curiosa, ela teve consciência do sentimento ainda na pré-adolescência. Queria ser como o Visconde de Sabugosa, personagem de Monteiro Lobato, em "O Sítio do Pica-Pau Amarelo" - é recorrente a inveja de personagens fictícios ou pessoas distantes do convívio, como as celebridades. Seu segundo contato com a emoção, dessa vez mais realista, foi por meio da professora de história. "Invejava a cultura, a erudição e a inteligência dos dois", diz Roberta. Numa versão light do sentimento, ela nem chegou a desejar o infortúnio de seus invejados. "Queria ser como eles, mas não me sentia inferiorizada nem injustiçada", diz.
A maneira que encontrou para lidar com a questão foi mergulhar nos livros. "Ler muito, estudar, pesquisar", diz. Quando a pessoa consegue fazer com que o sentimento, em tese negativo, impulsione ações positivas, ela o transforma no que os especialistas chamam de inveja criativa. "Inveja, ciúme e raiva são tão importantes quanto a visão, a sexualidade e a alimentação", defende o psiquiatra Carlos Byington. "Todos eles trazem informações importantes para formar e transformar a própria identidade." Hoje, Roberta é frequentadora assídua de biblioteca e museu. E diz não sentir mais inveja de nada, nem de ninguém. "Descobri que as pessoas são únicas e que não devemos seguir padrões alheios."
Comum em toda a sorte de relações humanas, a inveja está presente até mesmo dentro de casa. As irmãs Júlia e Lídia Loyola, 25 e 23 anos, respectivamente, e suas meias-irmãs Fernanda e Gabriela Fernandes, 17 e 13, moram juntas e compartilham da incômoda emoção. Filhas da mesma mãe e de pais diferentes, estão sempre se comparando e lamentando aquilo que não são.
As mais velhas invejam a vida cheia de oportunidades das mais novas. "Aos 15 anos, quando precisava de dinheiro, trabalhava", diz Júlia. "A Fê não precisa disso." Fernanda reconhece. "Não fico tripudiando, mas reconheço que me sinto recompensada por ter vantagens em relação às minhas irmãs mais velhas, apesar de elas estudarem tanto", diz. "Ao mesmo tempo, queria ser como elas: tirar boas notas e não ficar de castigo."


"Invejava a cultura, a erudição e a inteligência dos dois"
Roberta Martinho, 34 anos, sobre a ex-professora de história e o personagem Visconde de Sabugosa, de Monteiro Lobato
O ambiente de trabalho, por sua vez, também é terreno fértil para os invejosos. Uma pesquisa das universidades de Warwick e Oxford, na Inglaterra, mostra que nem sempre se inveja a maneira de ser do rival, mas suas posses. No experimento, os entrevistados poderiam ganhar ou "queimar" o dinheiro do concorrente, sob o custo de perder parte de sua verba - 62% dos participantes escolheram se voltar contra o outro. Segundo a psicóloga Glaura Maria Verdiani, autora da tese de mestrado "Um Estudo sobre a Inveja no Ambiente Organizacional", pelo Centro Universitário de Araraquara (SP), é provável que esse sentimento esteja impregnado em 100% das relações profissionais.
"Em uma equipe de 30 pessoas, é possível que todos invejem alguém, em algum nível", revela. A emoção pode ter origem em qualquer um e partir para diferentes direções. Acontece entre pessoas do mesmo cargo, funcionários de funções inferiores e superiores. "Há chefes invejosos de seus subordinados, que são mais jovens, mais dispostos e, muitas vezes, mais talentosos", diz Sueli.


"O ex-marido da minha colega me disse que ela tinha ódio mortal de mim e queria me destruir" 
Claudia Neves, designer, 28 anos
Aos 28 anos, a designer Claudia Neves foi vítima da inveja em seu local de trabalho. Até seis meses atrás, ela era a única funcionária entre vários homens do departamento em que trabalhava, numa agência de publicidade em São Paulo. Sua vida profissional virou de pernas para o ar com a chegada de outra garota, da mesma idade, que passou a dar expediente numa função com remuneração menor. No início, as duas se davam bem - ao menos aparentemente. Até que a nova colega passou a evitá-la e agir de maneira estranha
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EM FAMÍLIA Filhas de pais diferentes, as irmãs Júlia, Fernanda e Gabriela vivem se comparando
"Ela não fazia o tipo feminina e, de repente, começou a me pedir dicas de maquiagem", conta Claudia. Além disso, mais gordinha, passou a se preocupar com a quantidade de calorias que ingeria. "Essa neurose começou depois que os meninos compararam o corpo dela com o meu", diz. Com o tempo, o melhor amigo de Claudia se afastou. E seu supervisor passou a implicar com seu trabalho.


A designer desconfia que foi vítima de calúnias. "Certa vez, meu chefe foi grosseiro comigo", conta. "Nessa hora, pude ver no rosto dela que estava rindo por dentro." Triste com a situação, Claudia pediu para ser demitida. "O ex-marido dela me disse que ela tinha ódio mortal de mim e queria me destruir", conta. Apesar da atitude drástica que teve de tomar, ela não acredita que a colega tenha saído vitoriosa. "Ela conseguiu me eliminar, mas estou muito feliz fora de lá", afirma.
Em novembro passado, nos Estados Unidos, o ex-âncora de telejornal Larry Mendte, 51 anos, além de demitido, foi condenado a pagar uma multa de US$ 5 mil (R$ 10,1 mil) e a prestar 250 horas de serviços comunitários por violar o e-mail de sua colega de bancada, Alycia Lane, 36 anos. Por dois anos, Mendte enviou mensagens se fazendo passar por ela para veículos de imprensa e colegas de trabalho. Durante o caso, admitiu ter inveja por causa do salário anual de US$ 780 mil (R$ 1,6 milhão) de Alycia. "O meu papel na emissora estava sendo reduzido quando ela me falou que era a nova estrela", disse, à época.
Assim como os demais sentimentos, a inveja vem de berço. Segundo Melanie Klein, até mesmo os bebês nutrem esse sentimento. Eles invejam o seio materno, capaz de alimentá-los e confortá-los. A emoção, no entanto, começa a se tornar mais visível na primeira infância e se manifesta na forma de cobiça. Pedro, 5 anos, e Isabela, 4, são primos e estudam juntos. "Eles disputam tudo: a atenção da família, dos professores, dos colegas", diz a educadora Caroline de Oliveira, 32 anos, mãe de Pedro. "Isabela é mais de cobiçar os brinquedos do primo, e ele, por sua vez, disputa a atenção das pessoas quando ela se destaca." Para lidar com a atenção, a mãe explica para o filho que não é possível ter tudo o tempo todo. "Tento prepará- lo para lidar com essa sensação, que estará sempre presente."

A psicóloga Sueli, da USP, assina em baixo. "É importante eliminar os sentimentos de inferioridade e baixa autoestima e mostrar o outro lado", explica. "Se a pessoa não é boa em algo, certamente será em outra coisa." Afinal de contas, a melhor maneira de domar o sentimento da inveja é, assim como fez o ator Birindelli, identificá-lo e aprender a lidar com ele. Graças a seu esforço, ele hoje circula satisfeito com a jaqueta de couro que tanto invejou no outro e, finalmente, comprou.

Fonte: Revista Isto é - Matéria de: Claudia Jordão e Carina Rabelo

sábado, 23 de novembro de 2013

O MÉTODO! Se não tê-lo, como entedê-lo!

O que é comum a um profissional campeão de vendas, a uma médica admirada por seus pares, a um estudante aprovado em vários vestibulares e a uma empresária bem-sucedida? Seguramente cada uma destas pessoas possui um método que orienta seu desempenho.



Mas, o que constitui o método e qual a importância dele? Originada do grego, esta palavra significa “caminho para o resultado”, isto é, sequência de ações necessárias para se alcançar o objetivo pretendido. Aquilo que você sabe que deve cumprir para que o seu propósito seja atingido e o que ordinariamente chamamos de “o jeito certo de fazer as coisas”.

No tocante a este assunto existem basicamente três tipos de pessoas: aquelas que utilizam método e são muito eficazes, outras que fazem o uso errado dele e aquelas que acham perda de tempo falar sobre isto. Inclusive, nesta última relação está a maior parte delas, que prefere adotar a estratégia de tentativa-e-erro.

Mas, por que tanta gente resiste a trabalhar com método? Entre outros motivos, devido a uma série de ideias preconcebidas, como a de que o sucesso é fruto do acaso. Quem não entende o método utilizado por outrem – e que justifica o êxito daquele – se sente tentado a acreditar que tal sujeito é sortudo; afinal de contas é mais fácil pensar que Deus joga dados no céu.




Henry Kissinger, que foi secretário de estado norte-americano entre 1973 e 1977, tem uma frase espetacular a respeito deste assunto. Segundo ele, “o sucesso resulta de cem pequenas coisas feitas de forma um pouco melhor. O insucesso, de cem pequenas coisas feitas de forma um pouco pior”. É por isto que os detalhes explicam a diferença entre um método eficaz e outro que pouco contribui.

Também não valorizamos socialmente as pessoas que seguem um método. Quem faz tudo certinho e com organização é visto como mala ou chato e por isto soa como xingamento afirmar a uma pessoa que ela é metódica. Já aqueles que utilizam o malfadado “jeitinho brasileiro” e a gambiarra – exatamente o oposto – geralmente são enquadrados como indivíduos espertos e criativos. 

Também há aqueles que mesmo conhecendo o método e discursando a respeito de sua importância para os demais, não o aplicam. São os indisciplinados, que não possuem a consistência necessária (ou será paciência?) para aguardarem os resultados que desejam. Gente que muda seu método ou estratégia por excesso de ansiedade, pondo a perder tudo o que fez até então.



Ainda, é preciso saber que às vezes o contexto muda de forma tão drástica que um método de sucesso pode mostrar-se ineficaz dentro da nova realidade. Certa noite, um garoto de catorze anos contou que havia sido convidado para dar uma aula no dia seguinte. O pai, que era especialista em Métodos Instrucionais para os militares, sentiu que estava ali a extraordinária oportunidade de transmitir ao filho sua experiência.

“Este é o método como agimos no exército, meu filho”, disse ele. “Primeiro, escolhemos objetivos constituídos de ação, situação e nível de desempenho. Assim, decida antecipadamente que ação deseja que os estudantes façam, em que situação espera que a realizem e, finalmente, como pretende que a executem. E lembre-se: toda instrução deve objetivar desempenho, desempenho e desempenho”.

No entanto, o menino não ficou impressionado e tudo o que disse foi: “Não dará certo, papai”. E escutou-o retrucar: “Claro que dará. Sempre dá certo. Por que não daria?” E o jovem respondeu: “Porque é para dar uma aula sobre educação sexual”.

Nem sempre o método que utilizamos é supremo e também não podemos ser escravizados por ele, mas as exceções circunstanciais não justificam uma postura de relegar sua importância. A questão é saber quando ele é aplicável ou não. Como ao pai desta historieta, escutar primeiro e só depois emitir uma opinião é um bom primeiro passo. PENSA!

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

SOBRE A IRA!


A momentos em que a ira é tanta, que até as palavras fogem sua ordem em serem faladas. Sendo assim, é sempre bom recorrer aos sábios e quem sabe dessa forma, suas palavras consigam nos recolocar no caminho. Fale Aristóteles, coloque sua lanterninha de inteligência em meu cinema de ignorância e acalme-me!



"O que se irrita justificadamente nas situações em que se deve irritar ou com as pessoas com as quais se deve irritar, e ainda da maneira como deve ser, quando deve ser e durante o tempo em que deve ser, é geralmente louvado. Quem assim for é gentil, se é que a gentileza é uma disposição louvada. Porque o gentil quer permanecer imperturbável e não quer ser levado pela emoção, e apenas o sentido orientador lhe poderá prescrever as situações em que deve irritar-se e durante quanto tempo. Ou seja, o gentil parece pecar mais por defeito, porque não é do tipo vingativo mas mais do género que perdoa. 

O defeito, seja uma certa fleuma seja o que for, é repreendido. Os que não se irritam quando têm motivo parecem parvos, o mesmo quando não se irritam de modo correcto, nem quando devem, nem com aqueles que devem. Parece até que não sentem a injúria ou não sofrem com ela. Mas se não se irritarem não conseguem defender-se, e aguentar um insulto ou tolerar os insultos feitos a terceiros é uma característica de subserviência. 


Há excessos a respeito de todos os elementos circunstanciais envolvidos num acesso de ira (seja por se dirigir contra as pessoas indevidas, seja por motivos falsos, seja por ser de mais, ou por surgir rapidamente ou por durar tempo de mais), mas certamente que nem todos os elementos circunstanciais estão feridos de um carácter indevido ao mesmo tempo e na mesma pessoa. Não parece que tal possa acontecer. Na verdade, o mal destrói-se a si próprio, e se for integral, torna-se insuportável.





Os irascíveis depressa se irritam com aqueles que não devem e pelos motivos indevidos, ou então mais do que devem, mas, por outro lado, também, depressa deixam de se comportar assim. E é o melhor que têm na sua disposição de carácter. Quer dizer, ficam neste estado porque não conseguem conter a fúria e por precipitação dão logo, às claras, uma resposta de retaliação. Mas depois sossegam. 

Os que são extremamente susceptíveis depressa afinam. Irritam-se por tudo e por nada. E daí também que vem o seu nome. Os que são amargos por natureza dificilmente chegam a reconciliações, ficam zangados durante muito tempo e guardam ressentimento. Só ficam descansados quando tiverem retaliado. A vingança faz cessar a ira, pois faz nascer dentro deles um doce prazer, ao expulsar a amargura do sofrimento. Pois, se não conseguirem vingar-se, vivem como que a carregar um fardo pesado. Na verdade, é porque esta maneira de ser não se manifesta facilmente, que ninguém consegue demovâ-los dos seus intentos vingativos, e é preciso muito tempo para se conseguir digerir a ira dentro de si. É assim pois que pessoas deste género são as mais inoportunas que há tanto para os seus melhores amigos quanto para os próprios. 

Dizemos, então, que têm um feitio difícil aqueles que se zangam com as coisas que não devem, ou mais do que devem ou ainda durante mais tempo do que devem; estes não chegam a nenhuma reconciliação, sem terem tido primeiro uma oportunidade de se vingarem ou aplicado um castigo."




Aristóteles, in 'Ética a Nicómaco'

Reconhecimento e Motivação


Exercer um trabalho, seja qual for, é um ato digno. E se pagam por esta prestação de serviço, significa que há uma utilidade e que o trabalhador está ajudando no crescimento da organização.

Quando o trabalho é falho, há a necessidade de apontamento dos equívocos, não para constranger ou então castigar, mas sim para alertá-lo do seu erro e fazê-lo crescer profissionalmente. Da mesma maneira que há a correção, deve haver o reconhecimento quando o funcionário realiza um serviço de alta qualidade, sendo muito beneficiador para toda a companhia.

Este reconhecimento está diretamente atrelado a um trabalho de motivação, pois com isto o profissional se sente mais valorizado, capaz e estimulado para realizar seus deveres de um modo melhor.

O reconhecimento profissional
Reconhecer que o profissional está fazendo um serviço mais que satisfatório é essencial no crescimento profissional dele, o que está ligado também ao crescimento da empresa.

Um chefe que vê os acertos de seu funcionário e os reconhece, não só motiva ainda mais o seu colaborador como faz com que outros se disponham a realizar de forma mais dedicada o seu dever, em busca também deste reconhecimento.



É algo ligado diretamente ao fator psicológico do ser humano, relacionado à satisfação que todos nós sentimos quando somos reconhecidos. É algo que buscamos, inconscientemente ou não, e quando conseguimos, nos sentimos como se fôssemos capazes de realizar tudo aquilo que planejamos e desejamos.

Então, quando há esse sentimento dentro de toda uma equipe, existe a grande possibilidade de um crescimento geral. Pois o clima do ambiente será outro, não será opressivo e estará propício para a realização das tarefas.

Motivação profissional
Com estes ingredientes citados, o setor de RH da empresa pode fazer uma transformação para melhor, motivando ainda mais os profissionais a se engajarem no seu trabalho e então receberem os benefícios de um reconhecimento.

Há a possibilidade de criar um clima de competição, o que pode gerar excelentes resultados, mas pode pouco a pouco destruir o relacionamento entre os funcionários.Uma boa alternativa é a criação de um trabalho em conjunto, implantar o pensamento de que eles chegarão mais longe juntos e de que tudo ali é para o crescimento da empresa como um todo.



Porém, todo este trabalho de motivação deve ser feito acompanhado de um estudo de cada colaborador envolvido. Não é um trabalho que pode ser considerado único ou generalizado, é algo pessoal. Pois cada pessoa tem as suas necessidades, desejos e sonhos, e isso deve ser considerado na hora de motivar.

Manter uma empresa motivada aumenta consideravelmente as possibilidades de crescimento, porque há um envolvimento maior dos profissionais e há algo recompensador para eles.

Esta recompensa será o reconhecimento, seja na forma de exaltação ou também de remuneração, de acordo com as necessidades e desejos de cada um.

São dois atos que estão ligados um ao outro e assim se completam, dando uma oportunidade para a empresa preencher uma lacuna esquecida e que poderia ser o motivo para ainda não ter deslanchado.


São atos que recompensam de forma profissional e não menos de forma pessoal. São atos que todo ser humano precisa. PENSA!

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Ser um Líder é para poucos!!!

Se você observar grandes empresas como Apple ou Microsoft, por exemplo, vai identificar a “gestão sem medo”, ou algo muito parecido com isso. Esse é o futuro.




Muitas pessoas me perguntam o que é ser um bom líder. Apesar do assunto ser extremamente subjetivo, a resposta é simples: “conseguir praticar gestão sem medo”. O líder que possui como característica a liberdade de expor suas idéias e a comunicação livre desde os subordinados, passando por superiores e complementando pelos seus pares, esse é um bom gestor. Só assim é possível tirar dos profissionais no ambiente organizacional o que de melhor eles possuem, aumentando a produtividade e rentabilidade das companhias.

Se observar atentamente grandes empresas como Apple ou Microsoft, por exemplo, vai identificar a gestão sem medo, ou algo muito parecido com isso. Ambas as empresas possuem pessoal altamente qualificado, com poder de criação e ação, discutindo e pondo em prática idéias, por mais impressionantes que sejam. O novo não assusta. É bem vindo e todos estão estimulados a oferecer novidades.

Quando o colaborador se faz necessário, isto é, se utiliza em sua capacidade máxima, ele apresenta resultados concretos e positivos. Ele trabalha feliz! E independente do ambiente organizacional, quem trabalha feliz, se entrega ao máximo à empresa, desempenhando com altos índices de assertividade sua função. Para a empresa, a performance supera as expectativas, e o ambiente se torna cada vez mais produtivo.

O grande desafio nesse sentindo para o líder é conseguir que cada um desempenhe sua capacidade máxima. Se o profissional trabalhar muito além de seu limite, sob o domínio do estresse e sem a pauta dos métodos e regulamentos, ele adoece, perde o estímulo e conseqüentemente a empresa perde o capital humano. Usar um profissional em sua capacidade máxima é o que o torna feliz em seu ambiente organizacional. É um jogo de ganha - ganha, a empresa ganha, e o funcionário ganha, porque será remunerado de forma diferenciada, ganhando mais quem melhor performar, independentemente se essa remuneração é dada em forma financeira ou de reconhecimento.

Mesmo depois de apresentar e justificar a gestão sem medo e a felicidade no ambiente das empresas, muita gente me pergunta o que ser feliz tem a ver com ser produtivo, ou com negócio, afinal, business is just business. A cultura “manda quem pode, obedece quem tem juízo” não funciona e não faz mais sentido. Empresas com resultados excepcionais não seguem mais esse pensamento.

A diversidade que gera o sucesso é a certeza de que o trabalho do grupo é muito mais rentável e importante do que o trabalho de um indivíduo. Não existe mais estrela solitária.Vou repetir para que isso fique bem claro: "NÃO EXISTE MAIS ESTRELA SOLITÁRIA".  O que os gestores querem é uma constelação em seu time. O papel do líder implica transformar o ambiente de trabalho onde se aceite naturalmente a diversidade cultural, para que os colaboradores possam ser utilizados em sua capacidade máxima. E o profissional feliz na sua empresa implica em também levar felicidade para o ambiente familiar e à sociedade como um todo. E, como o maior contingente de líderes encontra-se nas empresas, o líder que conseguir que seu subordinado leve alegria para sua família e para o bate-papo da esquina (seu meio social) estará replicando felicidade pelo planeta.




O mundo vive um apagão de talentos. E pessoas talentosas sabem como avaliar culturas corporativas, e se baseiam nelas para tomar a decisão de se juntar às empresas ou não. Ou os líderes aprendem com o novo, e aumentam assim sua capacidade de gerar resultados, ou fica parado no mercado, e logo se perde. Esse é o bom líder, aquele que entende o momento, aprende com o novo, e utiliza a si mesmo e ao seu time em sua capacidade máxima, gerindo sem medo, e recebendo sem medo as novas idéias.


Então, Presidente, Diretor, Chefe, Gerente, Supervisor, Superintendente, quando estiver a ponto de "DAR UMA CRACHAZADA", ou explodir em rompantes sem argumentos válidos ou conhecimento pleno de causa, pense: "Sei o que estou fazendo, onde estou e o que faço?". Você não precisa ser o melhor, mas é fundamental que saiba gerencias os especialistas. Pense!


quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Ser ou não ser? Eis a questão!

Há dias venho presenciando, nas redes sociais, a indignação dos colegas jornalistas junto a um ranking apresentado pelo portal G1, sobre as profissões mais ou menos valorizadas tanto a título de remuneração como em reconhecimento intelectual.



Ora, não vejamos essa reportagem como absurda; temos que analisá-la como perspicaz, e que mostra um quadro real da nossa cultura “moderna”. Afinal, o que podemos esperar de um País ou de uma grande parcela populacional que adota jogadores de futebol, duplas sertanejas e cantores de Funk (que na verdade não é Funk nem aqui nem na China), como seus ídolos incontestáveis? O que esperar de um grande contingente de jovens e adolescentes que distorceram o idioma pátrio de tal forma, que já se pode dizer que expressões idiomáticas e gírias podem fazer parte do glossário intelectual de um membro da academia brasileira de letras? O que esperar da parcela de estudantes universitários que se comunicam diariamente via SMS, pois perderam a noção de contato humano, com palavras do tipo: “Hoje eh um dia extranho”, “Vc eh impocrita”, “estou num curso de ascessoria de imprença”, ou “não fui na festa pq o peneu do meu carro furou”? O que esperar de um dos professores do ENSINO FUNDAMENTAL, que fazendo parte de uma manifestação realizada em Londrina/PR há dias atrás concedeu entrevista a uma colega jornalista dizendo: “estamos esperando a pronuciação do governador para resolver o impasse”? (tenho até medo de pensar como essa professora teria escrito a palavra impasse).

A atrofia cerebral, a perda das relações humanas, e a criação de um pseudo idioma, não fazem parte da revolução tecnológica. O que está acontecendo e que não se está sabendo fazer uso das ferramentas inventadas ou dispostas para se maximizar as informações geradas.



Acredito que, mais do que nunca, o papel dos jornalistas e dos professores, mesmo estando em último no ranking apresentado, são fundamentais para a reversão desse quadro lastimável.

Ideias criativas, soluções inteligentes e o enfrentamento de desafios sempre fizeram parte da personalidade desses profissionais; então porque não entender o ranking como uma proposta desafiadora?. O ditado sempre afirmou que os últimos serão os primeiros, sendo assim, partir para o enfrentamento nunca se fez tão necessário.

O PUXA-SACO


Hoje li um desabafo com relação a uma espécie que a muito tempo passei a ignorar: O PUXA-SACO. Não sei se posso definir por espécie porque assim estaria ofendendo as demais. Porém, em meus lapsos de tempo, resolvi definí-lo, para que os demais conheçam um pouco mais sobre insectologia, estudo das amebas ou parasitas, etc..


Bichinho inoportuno esse tal de puxa-saco! Ele também é conhecido como bajulador e se encontra alojado em todos os lugares do planeta. E basta só um para fazer um grande estrago. O pior é que cada vez mais eles ficam resistentes e imunes a inseticidas ou qualquer outro tipo de veneno. Ele gruda como uma sanguessuga e só desgruda quando está pesado de sangue, bem alimentado.

Eu usei a expressão "bichinho(a)", mas eu acho que é até carinhosa demais. Não saberia classificá-lo pela falta de conhecimento científico. Mas no chute creio que posso arriscar: um verme, um parasita, um fungo, um sei lá sabe o quê.

Eu só sei que ele incomoda muito, chega a coçar.

O engraçado é que a pessoa infectada se sente bem, fica bem disposta, alegre, confiante. Mas os que estão a sua volta, ficam irritados, enjoados, mal humorados, desanimados. Dá até febre e muita dor de cabeça. Uma coisa horrível. Muitos chegam bem próximos da loucura total. Deve ser reação dos anticorpos ou coisa parecida.

E como identificar o puxa-saco? Não é difícil. Ele vai se manifestando e se enfiando sorrateiramente entre os demais. Cuidado que ele se camufla, as vezes até de purpurina. Mas não dá para enganar por muito tempo. As suas características são inconfundíveis. Um dos lugares ideais para se encontrar essa espécie é nas empresas privadas e nos setores públicos. Nestes têm em pencas.

A principal característica de um puxa-saco é hilária. Ele está sempre mostrando os dentes amarelados e fedendo à carniça, como a hiena; e ao contrário da coruja, ele fica o tempo todo mexendo com a cabeça para cima e para baixo. Ele sempre busca refúgio em salas grandes e confortáveis, como as da chefia. Ali ele se farta, dorme, ronca e baba muito.

E quando é fêmea? Dá um maior trabalho.

As cadeiras e poltronas da sala da chefia ficam sempre úmidas e manchadas. As mesas todas embaçadas. Esse tal bicho gosta mesmo de se dar bem. Por isso, fica difícil classificá-lo, pois além de temperamentais são muito espertos, estão sempre trocando de pele.

Mas se fossem da espécie humana, que com certeza não o são, eu poderia arriscar: oportunista, vulgar, mesquinho, promíscuo, sem personalidade, sem caráter, desprezível e nojento. Dá até vontade de vomitar quando eu penso em encontrar um na minha frente. Sai de retro bicho insignificante.